Porque pombo não voa mais quando você passa por ele. E se vacilar ele avança e te arranca um olho.
Pombo bom é pombo que foge, voa quando você se aproxima...e não essas mutações que vemos saindo das lixeiras do centro de PoA...arrrrg...só em pensar neles me dá asco!!!
ao invés de eles fugirem de mim, hoje sou eu que desvio e fujo deles....tenho nojo!!!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Praia!
BARCO ANCORADO
AO LONGE AVISTO
MAR IMENSO
MEU ABRIGO
SOLIDÃO...
ONDAS VEM
ONDAS VÃO
TUDO CALMO
MEU OLHAR SE PERDE
EM SUA DIMENSÃO...
ÁGUAS CLARAS
BANHAM-ME EM CONFORTO
SILÊNCIA MINH'ALMA
CALA MINHA DOR
ENCONTREI-ME EM TI...
PEDRAS E MAR
MAR E CÉU
O VERDE ACOMPANHA
ABRO MEUS BRAÇOS
CRIEI ASAS
LIBERDADE!
Eu me renovo td vez que vou pra praia...lá é mesmo meu lugar...lá eu acordo cedo,me sinto disposta...e melhor ainda seria passar dias num barco em alto mar...vento na cara, cheiro de mar mesmo!!Huuum...de fato tenho alguma ligação com o mar que me faz muito bem =)
AO LONGE AVISTO
MAR IMENSO
MEU ABRIGO
SOLIDÃO...
ONDAS VEM
ONDAS VÃO
TUDO CALMO
MEU OLHAR SE PERDE
EM SUA DIMENSÃO...
ÁGUAS CLARAS
BANHAM-ME EM CONFORTO
SILÊNCIA MINH'ALMA
CALA MINHA DOR
ENCONTREI-ME EM TI...
PEDRAS E MAR
MAR E CÉU
O VERDE ACOMPANHA
ABRO MEUS BRAÇOS
CRIEI ASAS
LIBERDADE!
Eu me renovo td vez que vou pra praia...lá é mesmo meu lugar...lá eu acordo cedo,me sinto disposta...e melhor ainda seria passar dias num barco em alto mar...vento na cara, cheiro de mar mesmo!!Huuum...de fato tenho alguma ligação com o mar que me faz muito bem =)
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Um momento meu
Acho que a vida tá tentando me faze parar pra pensar em tudo tudo mesmo...
Mts acontecimentos em pouco tempo...
Inexplicavél!
Mts acontecimentos em pouco tempo...
Inexplicavél!
domingo, 11 de abril de 2010
APONTAMENTO
A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.
Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.
Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.
Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?
Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmos, não conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes à criada involuntária.
Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.
Álvaro de Campos, 1929
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.
Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.
Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.
Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?
Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmos, não conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes à criada involuntária.
Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.
Álvaro de Campos, 1929
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